sábado, 26 de abril de 2014

Mestrado Profissional em Computação - Em Aracati

O campus Aracati do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) passará a contar, a partir do segundo semestre deste ano, com seu primeiro curso de pós-graduação. O Mestrado Profissional em Computação vai oferecer a linha de pesquisa “Informática Educativa com ênfase em Educação à Distância, Elaboração de Software Educativo e de Objetos de Aprendizagem”.

As atividades pedagógicas ficarão a cargo do Instituto de Estudos, Pesquisas e Projetos (IEPRO) da Universidade Estadual do Ceará, vencedor da licitação pública que definiu o realizador do curso. O Mestrado Profissional em Computação terá duração de dois anos, com aulas presenciais às sextas e sábados.

As 15 vagas serão destinadas a professores e servidores do IFCE, sendo oito reservadas a Aracati e sete para os demais campi.

Crianças no Facebook - Perigo ou Aprendizagem?

Diversos artigos sobre facebook e crianças:

http://artigos.softonic.com.br/facebook-criancas-proibido
http://noticias.r7.com/blogs/ogg-ibrahim/2014/02/18/redes-sociais-um-perigo-para-criancas/
- http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/03/09/proibido-para-menores-de-13-anos-facebook-e-cheio-de-criancas-saiba-como-protege-las.jhtm
- http://toninha-ferreira.blogspot.com.br/2012/11/perigo-as-criancas-nao-conhecem-25-de.html

O Brasil tem a a maior taxa de crescimento do Facebook, com uma média de 10% a mais de novos usuários ao mês. Isso seria algo em torno de 20 milhões de pessoas que entram na rede social mais popular do planeta a cada 30 dias. Além do sucesso no Brasil, o Facebook  já é um fenômeno mundial e, como quase qualquer tipo de moda, tem os seus problemas...

O estudo desse ano mostrou que as crianças com idade entre 12 e 15 anos não conhecem 25% das pessoas que adicionam nas redes sociais.

Segundo os dados divulgados, a média de amigos online dessa faixa etária, pelo menos, é de 286. Ou seja, elas não conhecem pessoalmente cerca de 72 dessas pessoas. Em contraste com esse número, 93% deles afirmam que estão confiantes de que sabem tudo sobre segurança online. Percebe-se!
Onde está a aprendizagem? Comunicação, relações sociais?

sábado, 12 de abril de 2014

Tema: Por que?


Por que ou porque, qual é o certo?

Provavelmente você saiba ou já tenha visto a diferença entre porque e por que. É possível que, mesmo assim, tenha dúvidas na hora de escrever essas palavras. Pode parecer fácil, mas a questão atrapalha e distrai muitos profissionais.
Para resolver isso, proponho que você invista alguns minutos na leitura desta explicação. Aqui estão também dicas para que os porquês não lhe causem mais problemas.
Porque (uma palavra só)
Dele não podemos reclamar, pois é simples: é uma conjunção e serve para ligar duas ideias, duas orações. É usado quando a segunda parte apresenta uma explicação ou causa em relação à primeira. Aqui estão alguns exemplos:
O diretor deixou o cargo porque não concordava com as mudanças.
Ele foi promovido porque se destacou no último projeto.
O cliente está bravo porque não recebeu os relatórios?
Dica fácil: Se tiver dúvida, substitua a palavra por pois, visto que, já que, uma vez que. Se inverter a ordem, é possível substituir por como: Como não concordava com as mudanças, o diretor deixou o cargo.
Por que (duas palavras)
A forma “por que” é um advérbio interrogativo de causa e é usada quando pedimos por uma causa ou motivo. Se isso não lhe ajudou muito, aqui vão outras explicações. 
Você deve ter aprendido que esse é o caso usado nas perguntas, certo? É verdade, mas pode ser que não tenham lhe contado que haja dois tipos de perguntas: as diretas e as indiretas.
Perguntas diretas são aquelas que têm ponto de interrogação. Exemplos: Por que o diretor deixou o cargo? Por que ele foi promovido? Por que o cliente está bravo?
A dificuldade aparece quando a pergunta é indireta – Nessas construções, não há ponto de interrogação e a pergunta está implícita. Geralmente expressa dúvida, certeza, conhecimento, desconhecimento. Ela é muito comum. Está nas estruturas “Quero saber por que o diretor deixou o cargo”, “Não sei por que ele foi promovido”, “Não podemos afirmar por que o cliente está bravo”, etc. 
Caso mais incomum para o uso da forma “por que” é quando ela pode ser substituída por para que, pelo qual, pela qual, pelos quais, pelas quais. Exemplos: Lutamos por que (para que) a obra terminasse antes da inauguração. Este é o caminho por que (pelo qual) passamos. 
Três dicas fáceis para usar por que:
1 Use a forma por que se puder substituí-la pela estrutura a razão pela qual. Exemplo: Não sei a razão pela qual o diretor deixou o cargo.
2 Tente incluir, depois da forma “por que”, a palavra motivo. Exemplo: Não explicaram por que motivo ele foi promovido.
3 Retire da frase tudo que vier antes de por que. Se a frase se transformar em uma pergunta direta, você saberá que se trata de uma pergunta indireta. Exemplo: Não explicaram por que a inauguração foi adiada. Sem a primeira parte: Por que a inauguração foi adiada?
Para você memorizar, peço a ajuda de Tim Maia:
Não sei por que você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...

Vivien Chivalski é facilitadora do Instituto Passadori - Educação Corporativa